Fotos: Arquivo pessoal/divulgação
Salve, salve fanáticos e fanáticas do Brasil, do mundo e até de Minas Gerais, meu nome é Pri
Constantine, fanática celeste, também convidada pela nossa big boss Renata cotta, a integrar o time das fanáticas
celestes e contar para vocês uma das melhores experiências da minha vida. Não dá
começar a contar essa história sem antes
relembrar um momento ímpar: CALAMOS O MARACANÃ parte I, 5 mil cruzeirenses fanáticos
calaram o macanã em jogo realizado dia 7/9/2017 pela fantástica
copa do Brasil daquele ano. Vi pela televisão, acompanhei cada detalhe daquele
duelo e em dado momento de devaneio me imaginei lá, cantando, gritando,
sangrando a garganta para empurrar meu time do coração. Estava decidida que na
primeira oportunidade que tivesse iria acompanhar o cruzeiro em qualquer que
fosse o duelo mas a vontade mesmo era de viver aquela emoção ao vivo, a sensação de ver gélida, pasma e calada a torcida
adversária em seus domínios, assim como os cabulosos fizeram naquela ocasião com requinte de crueldade, CALARAM
O MARACANA! Será que esse raio poderia cair novamente no mesmo lugar? Eu me perguntava.
Além dessa página heroica e imortal, para quem aprecia o futebol, o maracanã é
sem dúvida um templo do futebol, muitas histórias já se passaram naqueles
gramados, final de copa do mundo, lendas que ajudaram a construir nosso legado com
o futebol, Alex talento humilhando em 2003, então sim, era um sonho conhecer o
estádio. Para minha alegria o momento oportuno não poderia ser o melhor, LIBERTADORES/2018: flamengo x
cruzeiro no Rio de janeiro jogo de ida das oitavas de final.
Começamos a saga a
partir do bairro são Pedro/BH, as 23:30hs terça-feira dia 07/08/2018
embarcamos literalmente na obsessão do tri, fomos entoando cânticos “celestiais”
madrugada a fora, um prenuncio do que estava por vir.Como bons mineiros, RJ-
quarta-feira dia 08/08/2018 as 08hs sol
discreto mas convidativo, fomos direto para a praia, Ipanema estava coisa mais linda e a areia “azulzinha” invasão
celeste, o exercito já estava a postos! Passei o dia naquela praia interagindo,
conhecendo mais fanáticos, sorrindo, brincando, em nenhum momento senti o peso
e a tensão do jogo épico que estava por vir, talvez anestesiada mesmo, de estar
vivendo algo tão importante, algo que queria tanto, já havia ido ao Rio outras
vezes, mas desta vez era missão não era passeio! Em dado momento me vi ali sentada
na cadeira de praia contemplando a bandeira do Cruzeiro hasteada, soberana, impondo o respeito que
lhe é devida, RESPEITO a La bestia negra que se ouvia dos cariocas por todos os
cantos.
Uma passadinha ali para tomar um banho, para um lanche e lá
vamos nós reunir o exército azul para concluir a missão...a torcida cabulosa
que já tinha iniciado seu show, parou Ipanema, blitz total e seguimos.. A essas
alturas 17:30hs da tarde a ansiedade já começava a bater, no corpo já fardado
escorria o suor da ansiedade e calor “ uma cerveja por favoooor”, o transito
carioca parecia intransponível, uma odisseia para chegar ao estádio, mas
chegamos! Por volta das 19hs estava eu parada, estática de frente para aquela imensidão
de concreto, contemplando, imaginando, curtindo cada gota da atmosfera tensa. A
torcida então começa adentrar ao estádio, ainda teve uma parada para esconder
as bandeiras, pois é a conmebol proíbe a entrada, mas demos um “jeitinho”!
Quando cheguei dentro do estádio, vi a maravilha que estava,
fiquei emocionada, realmente um belíssimo estádio, passou um filme na cabeça, a
cena vista pela televisão, o gol de empate do Arrascaeta ali bem diante dos
meus olhos novamente, a explosão da torcida cabulosa, silenciando os donos da
casa, na minha mente eu ouvia “ ahhrraaa
uhhuuu o maracá é nosso".
Com as duas torcidas já em bom número no estádio,
começaram as provocações, coisa mais linda a rivalidade sadia, uma torcida
gritando e outra respondendo, o estádio cada vez mais cheio, os gritos cada vez
mais intensos...Começa o jogo!
Caramba! Começou o jogo e a torcida com seu show a parte, protagoniza por muitos momentos o
melhor do espetáculo, ate que ARRASCAETA aos 9 min do 1º tempo abre o placar
para a raposa, pronto! Explodimos.O raio
começava cair novamente no mesmo lugar e meu sonho estava se realizando naquele
momento, não teve como conter e a emoção escorreu pelos olhos.
O jogo estava até equilibrado, o Flamengo saiu para jogo,
Fábio, chegou a fazer um de seus milagres, mas não teve jeito, o raio já tinha caído,
nossa torcida cantou sozinha por quase
90 min, eu cantei muito, gritei muito,
torci muito, sonho realizado com sucesso!! Novamente CALAMOS O MARACANÃ! E aos 32 min do 2° tempo Arrascaeta para
consolidar a invasão recebeu passe de Rafinha, escorou para Lucas Silva, que
chutou forte. Dentro da área, TN30 para mandar a zica embora, desviou e matou
Diego Alves. 2 cruzeiro 0 Flamengo. Dizem que a apoteose fica na Sapucaí,
mas no dia 08/08/2018 o triunfo gigante da raposa ecoou uníssono e apoteótico no
maracanã e trouxemos para casa uma grande vantagem conquistada em um belo
duelo! Um raio cai sim duas vezes em um mesmo lugar! Agora é segurar o coração
e concretizar nossa classificação em casa! #PARTIUTOCADARAPOSA3


Que relato, hein Pri?! Fiquei arrepiada! Muito feliz pela realização do seu sonho!! Espero um dia poder assistir ao Cruzero fora de casa também! Deve ser uma sensação indescritível! Hauauauauauaua! Muito obrigada por topar fazer parte dessa jornada comigo!
ResponderExcluirNossa, agradeço demais seu convite,que previlegio! Obg.
ExcluirMeu Deus, segunda vez que arrepio de emoção hoje. Acho que hoje não tenho condição emocional para contar o motivo do primeiro arrepio, mas tenham calma, amanhã farei isso. Só digo isso: felicidade aqui é mato hoje! Ahhhhh, Pri, quero ir lá também. Ao Maracanã, o templo do futebol. Espero ser sua companheira na próxima jornada. Obrigada, milhões de vezes, Renata, por nos proporcionar essa aventura deliciosa, de falar do nosso grande amor!
ResponderExcluirClaudete, iremos la sim espero que em breve!
Excluir"Dizem que a apoteose fica na Sapucaí, mas no dia 08/08/2018 o triunfo gigante da raposa ecoou uníssono e apoteótico no maracanã..." Que demais isso! Descrição de êxtase maior só mesmo in loco! Parabéns Pri!
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